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terça-feira, maio 25, 2010

A comunicação com o paciente em cuidados paliativos: valorizando a alegria e o otimismo


Título: ARAÚJO, Monica Martins Trovo de and SILVA, Maria Júlia Paes da A comunicação com o paciente em cuidados paliativos: valorizando a alegria e o optimismo. Rev. esc. enferm. USP, Dez 2007, vol.41, no.4, p.668-674. ISSN 0080-6234

Resumo:
Este estudo objectivou conhecer as expectativas de pacientes em cuidados paliativos em relação à comunicação com as pessoas da equipe de enfermagem. Os dados foram colectados no primeiro semestre de 2005, por meio de entrevistas semi-estruturadas, junto a 39 pacientes oncológicos sem prognóstico de cura, submetidos à quimioterapia paliativa em uma instituição hospitalar privada da cidade de São Paulo, Brasil. Após transcrição das falas, os dados foram analisados segundo a metodologia de análise do conteúdo. Dos discursos dos entrevistados emergiram quatro categorias. A comunicação interpessoal comprovou ser importante atributo do cuidado paliativo, evidenciando a atenção dada aos sinais não-verbais do profissional para o estabelecimento do vínculo de confiança, a necessidade da presença compassiva, o desejo de não focar a interação e o relacionamento apenas na doença e morte e a valorização da comunicação verbal alegre, que privilegia o otimismo e o bom humor.

Palavras-Chave:
Cuidados paliativos. Doente terminal. Relações interpessoais. Enfermagem oncológica

Fonte: Scielo, Brasil

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quinta-feira, novembro 06, 2008

Cuidar de pessoa incapacitada por acidente vascular cerebral no domicílio: o fazer do cuidador familiar


Título: PERLINI, Nara Marilene Oliveira Girardon e FARO, Ana Cristina Mancussi. Cuidar de pessoa incapacitada por acidente vascular cerebral no domicílio: o fazer do cuidador familiar. . Rev. esc. enferm. USP, jun. 2005, vol.39, no.2, p.154-163. ISSN 0080-6234.

Resumo: Estudo exploratório, descritivo e quantitativo que busca identificar e descrever as actividades do familiar que cuida de pessoas incapacitadas por AVC no domicílio. A amostra constituiu-se de 35 cuidadores familiares, predominantemente mulheres, esposas ou filhas. Os cuidados realizados relacionam-se ao grau de incapacidade do familiar. As orientações recebidas denotam falta de compromisso dos profissionais com a continuidade do cuidado. O cuidador aprende a cuidar no quotidiano, com base na observação e auxílio à enfermagem na internação. As dificuldades pautam-se no esforço físico, na desinformação e no medo, no constrangimento e na vergonha em lidar com o corpo do outro. O estudo foca a necessidade do preparo para a alta hospitalar, salienta a família como espaço concreto para o cuidado; o aumento da expectativa de vida é uma constatação.

Palavras-Chave: Cuidadores; Cuidados domiciliários de saúde; Acidente cerebrovascular.

Fonte: Scielo, Brasil

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segunda-feira, novembro 03, 2008

Experiência com pressão negativa local (método a vácuo) no tratamento de feridas complexas



Título:
ARRUNÁTEGUI, Gino; FERREIRA, marcus Catro;JÚNIOR, Paulo Tuma e WADA, Alexandre. Experiência com pressão negativa local (método a vácuo) no tratamento de feridas complexas. São Paulo med. j;124(3):150-153, May-June. 2006.

Resumo: Contexto e Objectivo: Foi estudado o uso tópico de pressão negativa em feridas de difícil resolução. O objetivo deste estudo foi analisar os efeitos da pressão negativa como tratamento de feridas complexas.
Tipo de estudo e local: Série de casos atendidos em um hospital terciário (Hospital das Clínicas - Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).
Métodos: Vinte e nove pacientes com feridas complexas foram tratados com o sistema a vácuo e, então, submetidos a um procedimento cirúrgico para o fechamento da ferida.
Resultados: 85% dos enxertos de pele tiveram boa "pega" e 87,5% dos retalhos locais foram mobilizados com êxito, o que aponta para um preparo adequado do leito da ferida. As feridas foram fechadas em tempo mais curto que o que nós observamos em outros tratamentos convencionais. Em dois casos, o vácuo também foi usado para a estabilização dos enxertos de pele em cima das feridas.
Conclusões: O vácuo é um método seguro e eficiente no preparo de feridas para o fechamento cirúrgico. Permite melhora das condições locais da ferida, com desenvolvimento de tecido de granulação saudável e controle da infecção local.

Palavras-Chave: Cicatrização de feridas. Vácuo. Cirúrgia plástica. Úlcera da perna. Úlcera decúbito.

Fonte: Scielo, Brasil


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domingo, novembro 02, 2008

Revisão sistemática do tratamento tópico da úlcera venosa


Título: BORGES, Eline Lima; CALIRI, Maria Helena Larcher e HAAS, Vanderlei José. Revisão sistemática do tratamento tópico da úlcera venosa. Rev. Latino-Am. Enfermagem, nov./dez. 2007, vol.15, no.6, p.1163-1170. ISSN 0104-1169.

Resumo: Pacientes com úlcera venosa podem conviver com essa situação durante vários anos, sem obter a cicatrização da lesão se o tratamento não for adequado. A prática profissional, baseada em evidências, produz resultados efetivos para o paciente e para os serviços. O estudo visou realizar revisão sistemática para avaliar o método mais eficaz para melhorar o retorno venoso e o melhor tratamento tópico da úlcera. Buscou-se estudos indexados em oito bases de dados utilizando-se os descritores úlcera de perna, úlcera venosa e similares. A amostra constituiu-se de 33 estudos primários e 2 estudos de metanálise. Identificou-se diversidade de tratamentos que foram agrupados em terapia compressiva (54,3%) e tratamento tópico (45,7%). Evidenciou-se que a terapia compressiva aumenta a taxa de cicatrização da úlcera devendo ser usado em pacientes sem comprometimento arterial. Não é claro qual a melhor terapia tópica, porém, as diferentes opções devem ser associadas à terapia compressiva.

Palavras-Chave: Úlcera varicosa; Medicina baseada em evidências; Literatura de revisão.

Fonte: Scielo, Brasil

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